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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Mais um assalto ao Povo

Caríssimos leitores,

De regresso após alguns dias de ausência, para comentar mais um atentado que está a ser perpetrado contra  o povo, contra aqueles que são os mais necessitados, contra aqueles que levaram as suas vidas a construir Portugal, a trabalhar arduamente em nome da defesa de um ideal de um Pais, enfim contra aqueles que, não tendo outro sustento, vivem das suas reformas de sobrevivência, em que, na grande maioria dos casos mal chega para os medicamentos.
Por outro lado esbanjam-se milhões em campanhas eleitorais de partidos políticos, em subvenções políticas, em viaturas de alta cilindrada, em centenas de motoristas, numa máquina política que está perfeitamente crivada de corrupção, de "jobs for the boys", que de dia para dia engorda desmesuradamente, tal qual um ataque de hipotiroidismo agudo.

É curioso que quando se fala em reduzir despesa de Estado, nunca se ouve falar nas verdadeiras gorduras, naquelas para onde é desviado o fruto dos nossos descontos, das nossas contribuições. Aquelas despesas desnecessárias, aquelas despesas de um Governo que sempre gastou mais do que devia, que não soube controlar as suas contas, que esbanjou milhões e milhões, que sempre viveu acima das suas possibilidades,  e continua a esbanjar, enquanto vai esfolando o povo.

Pedem-nos compreensão, amedrontam-nos com os efeitos prováveis de uma saída da zona euro, ameaçam o tribunal constitucional, criam um clima de terror, criando o monstro do incumprimento, como forma de domínio do Povo, num acto que mais lembra um regime ditatorial.

Efectivamente se sacrifícios existem para ser feitos, que os façamos em nome da nossa  autonomia, em nome dos nossos filhos, em nome da libertação de Portugal das garras de um monstro interno e externo que nos estão a estrangular e a matar de dia para dia. O povo já entendeu que, mantendo-nos no Euro, mantendo estas políticas, por muitos esforços que se façam, ficaremos cada vez mais pobres e os problemas vão continuar a existir.

É cada vez mais importante que todos se unam e passem um atestado de incompetência aos partidos políticos que nos têm governado, passando um cartão vermelho nas eleições autárquicas e não votando em nenhum dos actuais partidos no Governo, ou dos que nos conduziram à actual situação. 

Mais importante ainda é a união do Povo em torno desta causa que é de todos os Portugueses, desde os menos jovens, reformados, aos mais jovens, estudantes, desempregados, etc. 
É necessário que de uma vez por todos se faça ouvir a voz do Povo, retirando de funções este Governo e pedindo responsabilidades ao PR e a todos aqueles que neste mandato têm assumido posições de liderança no Governo, auditando todos os Ministérios e responsabilizando aqueles que foram prevaricadores e autores de má gestão, ou gestão danosa de dinheiros públicos.

É necessário mudar Portugal.

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