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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O Natal, uma época ideal para apanhar os Portugueses distraídos.

Caríssimos leitores,

Pelo que tenho apreciado nestes últimos dias, as festas natalícias acabam por se sobrepor à crise, fazendo os Portugueses se esquecerem da gravidade da situação em que nos encontramos. Quando chegarmos a Janeiro, já não haverá Natal para comemorar e os bolsos do povo vão estar vazios, com as contas dos cartões de crédito que usaram no Natal, para pagar.

Este mês de Dezembro e porque é uma época em que existem mais transacções ao nível comercial, servirá para que em Janeiro os aldrabões do costume venham dizer que estamos em recuperação, que os valores dos impostos, do IVA, etc, aumentaram, traçando-nos um caminho de engano, mostrando-nos um progresso que é erróneo. 

Creio que a continuar assim, 2014 será o ano da revolta, o ano em que serão atingidos todos os limites da resistência económica do povo, o limite máximo da pacificidade, dando lugar a um novo 25 de Abril. Por alguns meios de comunicação vamos-nos apercebendo de algumas movimentações de altas patentes militares, que vão mostrando a inquietude e o nervosismo existente entre diversas frentes, que a pouco e povo, vão colocando o dever de defender o seu povo e as suas famílias, acima do dever de obediência.
Um pouco por todos os lados, em grupos e associações se vai notando cada vez mais, que a resolução para a situação Portuguesa não passa apenas pelo pedido de responsabilização ao PR, porque este segue também as mesmas políticas do Governo, em vez de manter a sua posição de isenção, tal como o obriga a Constituição da República. 

A fiscalização do OE2014 será certamente exemplo disso. Não é o enviar de um ou outro diploma para o Tribunal Constitucional. Existe a necessidade de observar cada um dos pontos do OE, pois na historia de Portugal nunca existiu um Governo que tivesse por tantas vezes violado as leis constitucionais. Só isso, em si é matéria suficiente para pedir a fiscalização preventiva do OE, e isentaria o Presidente da República.

O Tribunal Constitucional existe para que sejam fiscalizadas todas as medidas de carácter duvidoso, e nas mãos deste Governo todas as matérias são duvidosas. O Tribunal Constitucional deverá ser isento, assumindo o papel da legalidade e da defesa do Povo, e não do favorecimento político ou do interesse pessoal que tem sido visível por todos os Portugueses.

Desejo a todos um Feliz Natal, cheio de reflexão e de coragem para que em 2014 sejamos um Povo mais livre e mais empenhado na defesa daquilo que é nosso.

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